De acordo com o Conselho Nacional de Educação e Parecer 11/2000, são estabelecidos Fundamentos e Funções da EJA, tendo por uma das funções a Reparadora, como o próprio nome já diz a reparação/restauração de um direito do indivíduo à educação mesmo que mais tarde.
Outra função da EJA é a equalização, ou seja, pessoas que não puderam terminar seus estudos possam reentrar no sistema educacional, possibilitando também oportunidades no mercado de trabalho, na vida social, proporcionando melhor qualidade de vida e inclusão destas pessoas, de variadas idades posterior aquela obrigatória no ensino de nove anos.
A função permanente ou qualificadora da EJA, sendo o processo permanente do desenvolvimento de conhecimentos e habilidades, competências e valores que elevam o ser humano a sua realização em todos os âmbitos.
Os estudantes da EJA são pessoas que adéquam deveres de sustento familiar, sendo assim, possuem vida familiar, trabalho e uma vida em sociedade.
Em se tratando da educação de jovens e adultos, não pode faltar neste contexto a discussão sobre a formação docente responsável pela educação destas pessoas que sentiram a necessidade de voltar ao ambiente escolar.
Os docentes para a EJA devem estar ou ser preparados para este público que em sua maioria possuem idades muito parecidas com a dos professores.
Os alunos da EJA buscam por uma educação voltada para a valorização pessoal, profissional, significação social. Como o currículo está para formação do aluno, assim como o aluno está para a escola, deve haver uma avaliação e planejamento envolvendo este ambiente que sedia um importante avanço educacional e traz para a realidade escolar pessoas que um dia desestimuladas ou por outros motivos, trancaram seus estudos e com o passar dos anos sentiram a necessidade de voltar a estudar.
Outra função da EJA é a equalização, ou seja, pessoas que não puderam terminar seus estudos possam reentrar no sistema educacional, possibilitando também oportunidades no mercado de trabalho, na vida social, proporcionando melhor qualidade de vida e inclusão destas pessoas, de variadas idades posterior aquela obrigatória no ensino de nove anos.
A função permanente ou qualificadora da EJA, sendo o processo permanente do desenvolvimento de conhecimentos e habilidades, competências e valores que elevam o ser humano a sua realização em todos os âmbitos.
Os estudantes da EJA são pessoas que adéquam deveres de sustento familiar, sendo assim, possuem vida familiar, trabalho e uma vida em sociedade.
Em se tratando da educação de jovens e adultos, não pode faltar neste contexto a discussão sobre a formação docente responsável pela educação destas pessoas que sentiram a necessidade de voltar ao ambiente escolar.
Os docentes para a EJA devem estar ou ser preparados para este público que em sua maioria possuem idades muito parecidas com a dos professores.
Os alunos da EJA buscam por uma educação voltada para a valorização pessoal, profissional, significação social. Como o currículo está para formação do aluno, assim como o aluno está para a escola, deve haver uma avaliação e planejamento envolvendo este ambiente que sedia um importante avanço educacional e traz para a realidade escolar pessoas que um dia desestimuladas ou por outros motivos, trancaram seus estudos e com o passar dos anos sentiram a necessidade de voltar a estudar.

3 comentários:
Oi Daiane,
Tua postagem revela a apropriação teórica que fizeste em torno da EJA, compreendendo as especificidades dessa modalidade de ensino.
Considerando a tua experiência como educadora e os conhecimentos que adquiriste ao longo de tua vida profissional, que diferenças observas, quanto ao currículo, entre a EJA e o ensino regular? De que modo o currículo pode contribuir para que as funções da EJA (reparação, equalização, qualificação...)realmente se concretizem?
Seguimos dialogando!
Beijos, Rô Leffa
A Educação de Jovens e Adultos está voltada para um público diversificado, sendo este, pessoas que por algum motivo voltaram a estudar mais tarde.
Quando a EJA é capaz de compreender a significação dos estudos para seu educando, formulando um currículo para pessoas com mais experiência de vida, letrados, com atividades curriculares que compreendem a vivência destas pessoas na sociedade, contextualizando as situações dentro e fora da sala de aula é possível avanço na aprendizagem.
Em conseqüência, os estudantes engajados em uma sala de aula que reconhece suas experiências de vida e as necessidades educacionais, buscando por capacitação e valorização pessoal, profissional e social, em muito contribuem para uma sociedade com pessoas instrumentalizadas/ capacitadas, que lutam e gozam por seus direitos como todo cidadão, e possuem um lugar na sociedade que é só seu.
Oi Daiane,
Muito boa a tua reflexão! Avançaste na discussão, aprofundando e esclarecendo questões importantes ligadas à EJA. Parabéns!
Beijos, Rô
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