A Interdisciplina de Linguagem e o texto “As Histórias, sob a ótica das crianças”, proporciona uma reflexão sobre o processo de construção das histórias e as narrativas das crianças.
Não foram poucas as vezes que observei crianças criando histórias fantasiosas, num misto de realidade e ficção, em outras vezes, pude observar crianças sendo repreendidas por seus pais quando contavam uma história não condizente com a realidade.
Por medo de que a criança se torne no futuro uma pessoa de índole mentirosa, muitos familiares inibem o processo natural da evolução cognitiva da criança, fazendo com que a mesma não consiga contar suas historias, fábulas e narrativas sem que seja reprimida.
O texto acima mencionado alertou para uma reflexão de que a criança que cria histórias de ficção não seja mentirosa, mas criativa, podendo somar pontos a favor da construção de aprendizagens.
A tempos atrás, se uma criança contasse uma história envolvendo personagens reais numa história fantasiosa, minha reação poderia ser de “O que esta criança está dizendo?”, mas, diante das circunstâncias e o modo próprio da criança contar histórias, creio que posso auxiliar e ser incentivadora da “contação de histórias” por uma criança.
Realmente, quando uma criança cria suas narrativas, segundo Lélia Erbolato Melo “Eles vão percebendo e incorporando os ingredientes que tornam as histórias interessantes, como a ação, os conflitos, o inesperado, e trazem isso para aquelas que contam.”
Não foram poucas as vezes que observei crianças criando histórias fantasiosas, num misto de realidade e ficção, em outras vezes, pude observar crianças sendo repreendidas por seus pais quando contavam uma história não condizente com a realidade.
Por medo de que a criança se torne no futuro uma pessoa de índole mentirosa, muitos familiares inibem o processo natural da evolução cognitiva da criança, fazendo com que a mesma não consiga contar suas historias, fábulas e narrativas sem que seja reprimida.
O texto acima mencionado alertou para uma reflexão de que a criança que cria histórias de ficção não seja mentirosa, mas criativa, podendo somar pontos a favor da construção de aprendizagens.
A tempos atrás, se uma criança contasse uma história envolvendo personagens reais numa história fantasiosa, minha reação poderia ser de “O que esta criança está dizendo?”, mas, diante das circunstâncias e o modo próprio da criança contar histórias, creio que posso auxiliar e ser incentivadora da “contação de histórias” por uma criança.
Realmente, quando uma criança cria suas narrativas, segundo Lélia Erbolato Melo “Eles vão percebendo e incorporando os ingredientes que tornam as histórias interessantes, como a ação, os conflitos, o inesperado, e trazem isso para aquelas que contam.”

Um comentário:
Oi Daiane,
É interessante que, não apenas os pais mas também os professores, compreendam esse processo de criação de histórias da criança, a fim de que possam apoiar, ouvir e incentivar esse trabalho, pois é desse modo que a criança se sentirá encorajada a continuar criando, experimentando, descobrindo...
Beijos, Rô
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