Lendo o texto “Os índios no Brasil: quem são e quantos são” escrito por um representante do povo Baniwa, Gersen dos Santos Luciano, me chamou a atenção o fato que os índios, diferentes grupos étnicos tenham sido generalizados da maneira que foram.
Algo importante a se refletir: se Cristóvão Colombo não tivesse se referido aos índios de forma generalizada, nem lhes dado este nome, como na atualidade chamaríamos estas pessoas.
Enquanto professores, muitas vezes nos reportamos a algo de forma global e generalizada, quando deveríamos ter um contato maior que pudesse proporcionar maiores aprendizagens. No caso dos índios, talvez se a história nos tivesse influenciado a descobrir quem realmente são os índios, que não são iguais e pertencem a diferentes grupos étnicos, talvez pudéssemos saber mais sobre a cultura do povo que habitava o Brasil antes da chegada dos europeus.
Atualmente, temos a consciência de que a igualdade entre os povos colabora para que tenhamos cidadão mais humano, igualitário. Esta conscientização deve começar ainda com a criança para que possa fazer parte de uma sociedade mais justa. Então, fazer com que a criança entenda que o índio é também um cidadão e não somente uma figura lendária, faz parte de um processo de amadurecimento da criança/aluno, que conseqüentemente se refletirá na sociedade.
Algo importante a se refletir: se Cristóvão Colombo não tivesse se referido aos índios de forma generalizada, nem lhes dado este nome, como na atualidade chamaríamos estas pessoas.
Enquanto professores, muitas vezes nos reportamos a algo de forma global e generalizada, quando deveríamos ter um contato maior que pudesse proporcionar maiores aprendizagens. No caso dos índios, talvez se a história nos tivesse influenciado a descobrir quem realmente são os índios, que não são iguais e pertencem a diferentes grupos étnicos, talvez pudéssemos saber mais sobre a cultura do povo que habitava o Brasil antes da chegada dos europeus.
Atualmente, temos a consciência de que a igualdade entre os povos colabora para que tenhamos cidadão mais humano, igualitário. Esta conscientização deve começar ainda com a criança para que possa fazer parte de uma sociedade mais justa. Então, fazer com que a criança entenda que o índio é também um cidadão e não somente uma figura lendária, faz parte de um processo de amadurecimento da criança/aluno, que conseqüentemente se refletirá na sociedade.

2 comentários:
Daiane!!
Quando falas da história temos que lembrar que a nossa própria formação foi a de denominar os índios como todos os habitantes que aqui moravam. Temos esse pensamento e é muito importante estudarmos essas diferenças para podermos darmos a nossos alunos uma formação diferente.
Abraços
Roberta
Olá Daiane!
Gostei muito da tua reflexão, especialmente dos questionamentos que te fazes: sobre como seria se não tivessem uma denominação genérica, etc.
Porém fiquei confusa diante de um conceito: igualdade...Se todos somos iguais como se conectam os conceitos de "diversidade", "diferença", "equidade"...Será que não estás incorrendo no mesmo equívoco atribuído a Cristóvão Colombo? Pense nisso...
Um carinhoso abraço,
Profa. Nádie
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